Vigilante Patrimonial: uma categoria que não para mesmo com a pandemia

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Diante da pandemia do coronavírus a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as pessoas façam quarentena para diminuir a circulação do vírus da doença.

Enquanto escolas, repartições públicas, academias estão com suas portas fechadas por força de decreto e as pessoas orientadas a ficar dentro de suas casas, há profissionais que não podem parar: os Vigilantes Patrimoniais.

Estes trabalhadores continuam cumprindo suas escalas de trabalho normalmente para garantir a paz, a ordem e a segurança patrimonial de locais públicos e privados. A categoria se expõe ao Covid-19 diariamente, mas não deixa de cumprir suas funções.

O Sindseg-GV/ES por sua vez e, para garantir a segurança dos Vigilantes Patrimoniais oficiou todas as empresas de segurança para que forneçam álcool gel e máscaras para a categoria.

As notícias sobre o avanço da doença não param e são cada vez mais alarmantes. Mas, independente do medo coletivo, o Vigilante Patrimonial não pode parar e é neste momento que a sociedade deve perceber a importância desta categoria.

O coronavírus vai impactar diretamente na economia neste momento em que as portas estão sendo fechadas. De acordo com o diretor do Sindseg-GV/ES, Welinton Silva, o sindicato está atento a esta situação que pode resultar em desemprego, mas já está em contato direto com as empresas para contornarem essa situação e garantir os postos de trabalho.

“Já fomos procurados por uma empresa e faremos um acordo para que os trabalhadores entrem de férias coletivas para que os vigilantes não percam seu emprego. Os vigilantes são importantes nesse momento de crise por conta deste vírus e não é o momento das empresas que estiverem fechadas dispensarem o profissional de segurança privada porque vagabundo não tem medo de doença, ele aproveita a oportunidade para roubar e depredar o patrimônio alheio”, afirma.

Ainda de acordo com o diretor, este é o momento de união da categoria e confiar na atuação sindical para a manutenção dos postos de trabalho.

“Acreditamos que, da mesma forma que fomos procurados por esta empresa que tem contrato em Vitória, seremos procurados por outras para juntos estudarmos a melhor decisão a ser tomada para o bem da categoria”, diz Welinton.

Produção: Assessoria de Imprensa Sindseg-GV/ES